O Antigo Regime português – A sociedade de ordens

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF

UMA SOCIEDADE ESTRATIFICADA E HIERARQUIZADA

   A sociedade europeia dos séculos XVII e XVIII era uma sociedade de ordens fortemente estratificada e hierarquizada, com base no nascimento e na função social de cada individuo desempenhava. As principais ordens ou estratos eram o clero, a nobreza e o povo . esta sociedade regia-se pela desigualdade dos estatutos sociais e jurídicos conferidos a cada ordem.

  

OS PREVILEGIADOS

   O Clero e a Nobreza, apesar de representarem apenas cerca de 2% da população, impunham-se pelos privilégios e riquezas que possuíam.

   Em Portugal, O Clero possuía grande parte das terras. Dividia-se em alto clero e baixo clero, conforme as funções exercidas e o nível de vida. Muitos elementos dos clero eram filhos deserdados da nobreza que, não dispondo de bens próprios, seguiam a vida religiosa. Apesar da perda de privilégios, devido à centralização do poder, O Clero continuava a não pagar impostos e a ser julgado em tribunal próprio.

   Quanto à Nobreza, o seu prestígio aumentava cada vez mais. Gozava de privilégios como isenção de impostos e leis próprias. Os Nobres eram também proprietários de terras e alguns recebiam lucros da sua participação no comércio. Existiam também na Nobreza diferentes categorias.

OS NÃO PREVILEGIADOS

   No Terceiro Estado, também existiam vários estratos. O mais importante era o da alta burguesia, constituído por homens de negócios, banqueiros e letrados que exerciam altos cargos na administração e possuíam grande poder económico. Muitos deles eram cristãos-novos, o que fez com que fossem alvo de perseguições por parte da Inquisição. Distinguiam-se ainda a média e pequena burguesias, constituídas por pequenos proprietários, comerciantes e artífices. Nos estratos inferiores da sociedade situavam-se os camponeses, artesãos, pedintes e escravos, vivendo muitos deles em condições miseráveis.

 

ESTRATOS, FUNÇÕES E PRIVILÉGIOS DO CLERO E DA NOBREZA

 

CLERO
NOBREZA
Estratos
Funções
Estratos
Funções
Alto Clero
(arcebispos, bispos e abades)
Religiosas e políticas
Nobreza de espada
Cargos na corte, no exército e na administração ultramarina
Baixo Clero
(monges, frades e párocos)
Religiosas e ensino
Nobreza da província
Administração dos domínios senhoriais
Nobreza de toga
Altos funcionários e magistrados
PRIVILÉGIOS
Isenção de impostos e de serviço militar.
Tribunal próprio
Isenção de Impostos.
Posse de propriedades e jurisdição sobre os moradores.
Altos cargos administrativos.
 

O antigo regime português – o mercantilismo

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF
A AGRICULTURA E O COMÉRCIOABSOLUTISMO E MERCANTILISMO

      A economia do Antigo Regime caracterizou-se pelo predomínio das actividades agrícola e mercantil.  A produtividade agrícola era fraca devido às técnicas e aos instrumentos utilizados ( tradicionais e rudimentares) e ao regime senhorial de exploração da terra. Nos séculos XVII e XVIII, a actividade mercantil tornou-se mais lucrativa e dinâmica. Portugal, como outros países que possuíam domínios ultramarinos, praticava a política de exclusivo colonial. Assim se desenvolveu um crescente tráfico colonial entre a Europa, a África e a América, mas a maioria do nosso comércio externo era realizado por mercadores estrangeiros.
   O valor das nossas importações não era integralmente coberto pelas exportações, o que fazia a balança comercial portuguesa apresentar sucessivamente saldos negativos, mas as vendas dos géneros comerciais permitiam sustentar as importações dos produtos manufacturados. A partir de 1670 os preços dos géneros coloniais ( como o açúcar e o tabaco) começaram a baixar, pois os rendimentos das exportações desceram a níveis muito inferiores às elevadas importações, dando origem a uma crise comercial agravada pelo facto de os compradores habituais de açúcar e tabaco passarem não só a produzi-los nas suas colónias como a procurarem outros mercados.

A POLÍTICA MERCANTILISTA
   Por essa altura,  a  politica dominante na Europa era o mercantilismo , em que os governantes procuravam que a balança dos seus países fosse positiva através do proteccionismo das actividades nacionais. Colbert, em França, tomou um conjunto de medidas que foram adoptadas por outros Estados Europeus. Em Portugal destacaram-se as medidas do conde de  Ericeira: fundação e protecção de manufacturas, nomeadamente da indústria têxtil; vinda de técnicos estrangeiros especializados; monopólio de produtos; aumento de taxas alfandegárias sobre produtos concorrentes à produção nacional e publicação das pragmáticas.
   A partir de 1699 o ouro brasileiro começa a achegar a Portugal, abandonando-se muitas das restrições impostas com a doutrina mercantilista e a política proteccionista. Tal agravou de novo o défice da balança comercial sendo os pagamentos em ouro, principal meio de pagamento da época, a compensar esse défice. Por outro lado a industria têxtil seria ainda mais prejudicada com o Tratado de Methuem em 1703, entre Portugal e Inglaterra, com o objectivo de garantir um mercado certo para os vinhos portugueses e o fim do contrabando dos têxteis ingleses.

CONCEITOS A  COMPREENDER E RELACIONAR:
ANTIGO REGIME – Período histórico que vai do século XVII até às revoluções liberais.
BALANÇA COMERCIAL – Relação entre o valor total de importações e de exportações efectuadas por um país.
CRISE COMERCIAL – Desequilíbrio acentuado da Balança comercial.
MERCANTILISMO -  Doutrina politica e económica aplicada na Europa nos séculos XVII e XVIII que defendia que a riqueza dos Estados consistia na posse de metais preciosos. Para tal, aumentavam-se as exportações e restringiam-se as importações.
PROTECCIONISMO- Política económica que visa proteger e desenvolver a industria nacional.
PRAGMÁTICAS –  Leis que proibiam a exibição de artigos de luxo, na sua maioria importados, e o uso de tecidos que não fossem de produção nacional.
 

A Formação de Portugal e Alargamento do território

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF
 

O mundo romano no apogeu do Império

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF
 

Os Romanos na Península Ibérica

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF

  O grande Império dos Romanos incluía também a península Ibérica. A sua conquista não foi fácil, tendo demorado quase dois séculos. Entre as tribos que mais resistiram ao domínio Romano conta-se a dos Lusitanos , povo de pastores que habitava a Norte do Tejo. Comandados por Viriato, os Lusitanos distinguiram-se pela sua bravura e determinação.

 

   Depois de pacificada a Península, os romanos puderam desenvolver livremente a sua acçEstrada Romanaão civilizadora (romanização). As populações fixaram-se nas planícies, onde passaram a dedicar-se à agricultura e ao comércio. Depressa surgiram cidades que, ligadas por uma notável rede de estradas, deram à Península Ibérica, sobretudo a Sul, onde a romanização foi mais intensa, o carácter urbano e comercial que marca a civilização romana.

 

Templo romano de Évora

   Em território peninsular podemos ainda ver vestígios do domínio romano, que durou cerca de seis séculos: ruínas de cidades, estradas, pontes, aquedutos, templos e muitos outros. Mas o mais importante de todos é a nossa língua, o português, que tem origem no latim, a língua dos Romanos.

 

O Mundo Romano No Apogeu Do Império -II

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF

URBANISMO E ARTE – RELIGIÃO E LITERATURA – INSTITUIÇÕES POLÍTICAS

 

Urbanismo e arte

Coliseu de Roma (70 – 82 d.C.) Roma, Itália

   As cidades eram planificadas. Na arquitectura, os Romanos imitaram a arte grega, se bem que os seus monumentos fossem maiores e de pendor utilitário, pois achavam que tudo o que era belo também devia ser útil.

 

   O fórum era um lugar de encontros políticos e negócios. As termas eram muito frequentadas como lugares de lazer, leitura ou ginástica. os teatros ou coliseus, lugares de espectáculos. Os templos, lugares de oração, e os arcos de triunfo, manifestavam as vitórias alcançadas.

    “Todos os caminhos vão dar a Roma.”, máxima que ainda hoje se usa, significava que todas as cidades do Império estavam ligadas por boas estradas, pontes e aquedutos.

   Na arte, os Romanos foram práticos e funcionais, optando pela robustez (durabilidade) e realismo, sendo bustos, estátuas e pinturas muito parecidos com os originais.

   Usaram o relevo carte-romanaomo elemento decorativo  e também narrativo ao servir para perpetuar as suas vitórias e feitos. Foi uma arte universalista que se espalhou por um vasto império.

 

 

 

 

 

Religião e literatura

Altar doméstico para culto particular

  Politeístas, os Romanos foram aceitando os deuses dos povos conquistados, como por exemplo, os dos Gregos, a quem apenas mudaram o nome: a deusa do amor chamava-se Afrodite na Grécia e Vénus em Roma. Praticavam o culto familiar a uns deuses caseiros e um culto público aos grandes deuses.

   No período imperial praticavam culto ao imperador. Com a aparecimento do cristianismo, uma vez mais alteraram os princípios  religiosos.

   Porque saber falar em assembleia e convencer pela palavra era muito importante, os Romanos desenvolveram a retórica e a oratória. Na literatura, destacaram-se Horácio, Ovídio e Virgílio, e na História, Tito Lívio. Na filosofia, Séneca e Marco Aurélio deixaram obra de grande relevo.

 

Instituições políticas

 

   Octávio César Augusto Inicialmente, Roma foi governada por reis – era uma Monarquia.

    Em 509 a. C., passou a ser governada por um grupo de magistrados, que recebiam conselhos de um senado (antigos magistrados) e era eleito pelo povo em comícios. Era uma República.

   No século I a. C., por questões de eficácia, após algumas lutas internas, o regime alterou-se. Surgiu o Império.

   O primeiro Imperador foi Octávio, que, embora mantivesse os órgãos anteriores, retirou-lhes o poder, concentrando-o na sua pessoa: assumiu-se Pontífice Máximo, passou a receber culto e adoptou o sobrenome só dado a deuses – Augusto. Recebeu o nome de Octávio César Augusto.

   Passou a ser considerado uma figura sagrada, venerada por todos os habitantes.

   O Império foi dividido em províncias, cuja administração podia depender directamente do Imperador ou do senado, dando origem às Províncias Imperatoriais ou Senatoriais.

 

O Mundo Romano No Apogeu Do Império - ficha de trabalho

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF
 

O mundo romano no apogeu do Império

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF
Legionário Romano ROMA E A EXPANSÃO – ECONOMIA- SOCIEDADE – A VIDA QUOTIDIANA


ROMA E A EXPANSÃO



   Roma, uma cidade pobre, fundada no século VIII a. C., na Península Itálica, conseguiu dominar um Império que se estendia por todo o Mediterrâneo, Norte de África e Europa, numa área de mais de três milhões de quilómetros quadrados de extensão.
   Os Romanos eram um povo guerreiro, ambicioso e disciplinado, como provam os seus exércitos de voluntários constituído por legiões que chegavam a ter mais de 6000 homens.
   Habituados a defenderem-se dos ataques dos povos vizinhos, a ganância levou-os à conquista de territórios que lhes proporcionassem grande riqueza. Por dominarem as duas margens do Mediterrâneo, tornando-o um lago interior, chamaram-lhe Mare Nostrum.


ECONOMIA



INICIALMENTE, OS ROMANOS DEDICAVAM-SE À AGRO-PECUÁRIA. DEPOIS, INTERESSARAM-SE PELA ACTIVIDADE COMERCIAL, POIS ERAM MUITOS E VARIADOS OS PRODUTOS QUE VINHAM Rotas ComerciaisDE TODO IMPÉRIO ( VINHO, CEREAIS, TECIDOS, AZEITE) E QUE SE NEGOCIAVAM. PORQUE SE APODERARAM DE MUITOS METAIS PRECIOSOS, AUMENTOU A CUNHAGEM E CIRCULAÇÃO DA MOEDA, DANDO  ORIGEM A UMA ECONOMIA MONETÁRIA E TAMBÉM URBANA, POIS ERAM AS CIADADES OS LOCAIS DE MAIOR COMÉRCIO E CONSUMO.

SOCIEDADE

   A sociedade Romana estava dividida em dois grandes estratos: o estrato superior, constituído pela ordem senatorial ( senadores), ordem equestre (cavaleiros) e decuriões, que se distinguia pela riqueza, o poder e cargos administrativos; o estrato inferior, constituído pela plebe urbana e rural (povo), pelos libertos e pelos escravos. A liberdade e a ocupação estabeleciam as diferenças. os membros deste estrato viviam do trabalho ou mesmo à custa do Estado ou dos homens ricos.

A VIDA QUOTIDIANA

   O modo de vida dependia da riqueza. Os ricos viviam nas domus, grandes mansões nos arredores das cidades, ou nas villae, se preferiam a vida no campo.
  Para os pobres havia as insulae (ilhas), grandes aglomerados habitacionais, sem comodidades.
 

A 1ª República

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF
O 5 de Outubroalegoria_repub2
  D: Manuel II, na tentativa de se opor à crescente força republicana tentou formar governos compostos por elementos de vários partidos monárquicos; porém, a sua falta de preparação para reinar, as constantes manifestações populares o número crescente de simpatizantes do Partido Republicano faziam prever o fim próximo da Monarquia.
   Com efeito, na madrugada de 4 de Outubro de 1910, iniciou-se em Lisboa a Revolução Republicana, quando os militares republicanos e os populares pegaram em armas e grande parte se concentrou na Rotunda, actual Praça Marquês de Pombal.
   A marinha de guerra bombardeou  Palácio das Necessidades, onde se encontrava o rei.
   Embora as tropas fiéis à Monarquia fossem em número superior, não conseguiram organizar-se para acabar com a revolta. A Revolução saiu vitoriosa.
  Na manhã de 5 de Outubro de 1910 foi proclamada a República, pondo assim fim à Monarquia que, em  Portugal, durou quase oito séculos .


Após a proclamação da República foi criado um governo provisório, presidido pelo Dr. Teófilo Braga, atéTeófilo Braga, presidente do governo provisório ser eleito o primeiro Presidente da República. Deste governo fizeram também parte António José de Almeida ( ministro do Interior) e Afonso Costa (ministro da Justiça).
Durante este governo foram tomadas, entre outras, as seguintes medidas:
- aboliram-se os títulos da nobreza ( conde, duque, barão, etc.);
- autorizou-se o divórcio;bandeira monárquica
- decretou-se o direito à greve;
- concedeu-se maior liberdade de imprensa;
- adoptou-se uma nova bandeira;
- o hino nacional passou a ser A Portuguesa;
- a moeda portuguesa passou a ser o escudo em vez do real.  bandeira republicana

Verifica se compreendeste:
1. Indica quem foi o presidente do governo provisório.
2. Refere três medidas tomadas por este governo que consideres muito importantes. Justifica.
3. Explica, por palavras tuas, o que se passou no dia de Outubro de 1910.
 

A Revolução Republicana e a queda da Monarquia

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF

O partido Republicano

      Apesar das tentativas de modernização da agricultura e da industria, verificadas ao longo do século XIX, os problemas do país não forma totalmente resolvidos. Portugal continuava a revelar dificuldades económicas, sociais e políticas. Aos poucos, foi crescendo o descontentamento em relação à monarquia constitucional.

Em 1876 constitui-se um novo partido político – o Partido Republicano Português, que propunha substituir a Monarquia pela República. O pais deixaria de ser governado por um rei que herdava o poder ( Monarquia hereditária) e passava a ter um presidente eleito por um tempo determinado ( República).

   O Partido Republicano propunha ainda numerosas reformas para modernizar Portugal e melhorar  a situação das populações.

   Um novo acontecimento relacionado com as colónias portuguesas em África veio ajudar à afirmação do Partido Republicano.

 

O ultimato

   Nesta época, vários países europeus mostravam-se interessados em ocupar territórios em África. Este continente possuía muitas matérias primas necessárias ao desenvolvimento das industrias europeias e constituía um bom mercado para a colocação dos seus produtos.  Mapa-cor-de-rosa. Este mapa marcava com a cor rosa os territórios a que Portugal se considerava por direito.

    Os conflitos pela posse destes territórios tornaram-se frequentes. Na conferencia de Berlim(1884-85) onde estiveram reunidos representantes dos países com interesses em África, foi decidido que a partilha dos territórios seria feita de acordo com a ocupação efectiva, independentemente de quem os tivesse descoberto. Esta medida prejudicava Portugal, pelo que foram enviadas várias expedições de militares, cientistas e missionários para o continente africano e apresentado, em 1887, o mapa cor-de-rosa.

  A Inglaterra, que também pretendia os mesmos territórios entre Angola e Moçambique, enviou , em 1890, um ultimato (ordem) ao governo exigindo a retirada dos portugueses desses territórios.

   Portugal, sem força militar para se opor aos Ingleses, acabou por ceder.

O 31 de Janeiro de 1891

   O Partido Republicano e , igualmente, muitos monárquicos e outros independentes, organizaram comícios e manifestações de protesto contra a entrega dos territórios africanos a Inglaterra.

   O Governo e, sobretudo o rei foram acusados de terem cedido perante a Inglaterra. Este ato foi considerado por muitos como traição à pátria.

   A 31 de Janeiro de 1891 rebentou no Porto uma revolta contra a monarquia. Nela participaram populares e militares.

   Embora as tropas governamentais tivessem rapidamente restabelecido a ordem, este acontecimento remontou o descontentamento dos Portugueses em relação ao regime monárquico e a aceitação, cada vez maior das ideias republicanas.

O regicídio

   Perante as greves e manifestações populares e a agitação da vida política, os governantes sucediam-se.

  Foi neste cima de descontentamento que a 1 de Fevereiro de 1908 se deu o regicídio: O rei D. Carlos foi morto a tiro quando passava de carruagem pelo Terreiro do Paço.

   Com ele morreu o herdeiro ao trono, D. Luís Filipe.

   O Infante D. Manuel, segundo filho de D.. Carlos, foi aclamado rei.

 

Verifica se compreendeste:

1. Indica uma causa do descontentamento popular no final do século XIX.

2. refere o que pretendia o Partido Republicano.

3. Explica o que foi o mapa cor-de-rosa.

4. Sobre o ultimato Inglês indica:

4.1. em que consistiu;

4.2. Qual a decisão do governo português;

4.3. Quais as consequências dessa decisão.

 

Portugal - da 1ª República à Ditadura Militar

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF

Ficha de trabalho

Download
 

II Guerra Mundial - Ficha de trabalho

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF

Ficha de Trabalho 

Download
 

A 2ª Guerra Mundial: As fases do Conflito

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF

A primeira fase

 

  • 1 de Setembro de 1939, o exército alemão invadiu a Polónia. Dois dias depois, a Inglaterra e a França declaram guerra à Alemanha é o início da Segunda Guerra Mundial.
  • A Alemanha utiliza a “Guerra Relâmpago” (ataques rápidos e de surpresa) com o apoio das colunas de carros blindados ( divisões Panzer), apoiadas pela aviação e artilharia.
  • Conquistas territoriais da Alemanha: Dinamarca, Noruega, Holanda; Bélgica e França ( em Junho de 1940, o general Pétain, representante do governo francês assinava a capitulação).
  • Verão de 1940, batalha aérea entre a força aérea inglesa e alemã. A força aérea da Inglaterra, ajudada pela invenção do radar, acabou por infligir pesadas derrotas aos alemães, dissuadindo Hitler de invadir a Grã- Bretanha.
  • Em 1941, a Alemanha quebra o pacto de não agressão germano- soviético e ataca a U.R.S.S.alcançando vitórias rápidas sobre o Exército Vermelho; Moscovo e Leninegrado resistiram aos Alemães.
  • Na Península Balcânica os alemães ocuparam a Jugoslávia e a Grécia.

No Final da primeira fase da Guerra a Alemanha conquista

quase toda a Europa.

 

A segunda fase do Conflito : A mundialização

 

  • A guerra estende-se ao Norte de África ( os Italianos foram para a África para ocuparem a Líbia e o Egipto e necessitaram da ajuda dos alemães.
  • No Oceano Pacífico, os Japoneses, que pretendiam alargar o seu domínio a toda a Ásia, viam-se confrontados com o poder e a influencia dos Estados Unidos naquela região. Em Dezembro de 1941, 350 aviões japoneses atacaram de surpresa e destruíram a esquadra americana estacionada em Pearl Harbor – início da guerra do Pacífico e na Ásia. Os Estados Unidos da América entram na guerra.

A terceira fase do conflito : A Vitória dos Aliados

  • Em 1942, os aliados expulsaram os Alemães e os Italianos do Norte de África; a partir do Norte de África, os exércitos dos aliados desembarcaram na Sicília chefiados por Eisenhower e iniciaram a libertação da Itália.
  • Na frente oriental os exércitos alemães fustigados pelo rigor do Inverno e sob a pressão do exército Vermelho começaram, a retirar.
  • Em 6 de Junho de 1944 – Dia D – as tropas aliadas desembarcam na Normandia e iniciaram a libertação da França.
  • Na Primavera de 1945, o território Alemão foi invadido e ocupado a Leste pela U.R.S.S.  e a Ocidente pelos restantes países aliados. Os chefes militares Alemães renderam-se a 8 de Maio de 1945.
  • A Guerra terminara na Europa, mas prosseguia no Japão. O Japão recusa a aceitar a capitulação.
  • Os E.U.A lançam bombas atómica em Hiroxima e Nagasáqui, causando milhares de mortes, destruição das cidades e milhares de doentes devido à radioactividade.
  • O Governo Japonês aceita a capitulação em Setembro de 1945.
  • Tinha terminado a Segunda Guerra Mundial .
 

A Ascensão ao poder do Nazismo na Alemanha

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF

Factores económicos e sociais

Nazismo

Economia

 

   A partir de 1918, o governo republicano enfrentou sérias dificuldades:

  •    Tornou-se impopular ao ter assinado o Tratado de Versalhes;
  • O novo governo herdou um situação económica gravíssima provocada pelas destruições de guerra e pelo pagamento das indemnizações de guerra exigidas pelos vencedores .
  • A Inflação instalou-se, a moeda alemã desvalorizou, provocando a subida de preços.
  • A Grande depressão abateu-se sobre a Alemanha – muitos bancos foram à falência, as pequenas e médias empresas tiveram de fechar, o desemprego e a miséria aumentaram.

 

    Situação social

 

  • A pequena e média burguesia e o operariado acusaram o Governo e os partidos no poder de incapacidade para resolverem a situação económica e passaram a apoiar os partidos da oposição, tanto os de extrema esquerda, como os de extrema direita.

    O Partido Nacional Fascista

O Partido Nazi teve um crescimento muito rápido devido aos seguintes factores:

 

  • ao apoio dos grandes industriais;
  • à intensa propaganda através dos jornais, rádio e grandes manifestações de rua;
  • Demonstrações de força das milícias armadas (S.A e S.S)
  • Nas eleições de 1932, o Partido Nazi foi o mais votado e o Presidente da Republica nomeou Hitler Primeiro- Ministro  em 1933.

    Características específicas do Nazismo:
  • Racismo – a ideia da existência de raças superiores ( superioridade do povo alemão) e raças inferiores.
  • O princípio da autarcia – a Alemanha devia ser auto- suficiente em produtos agrícolas e industriais.
  • Anti - Semitismo – perseguição aos Judeus.
  • Espaço Vital – Os Nazis consideravam que os alemães, como povo superior deviam dispor de um território tão vasto quanto as suas necessidades e por isso tinham direito a conquistar os povos considerados inferires.
 

Os antecedentes da Crise do século XIV

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF


O comércio e a origem da burguesia 

    Após a conquista da terra aos Muçulmanos, Portugal entra num período de paz no qual o comércio se desenvolve.
   Dentro das suas fronteiras ( comércio interno) este realiza-se sobretudo nas feiras, nos mercados e nas lojas-oficinas. Os almocreves (vendedores-ambulantes) asseguravam uma boa parte das trocas comerciais entre o litoral e o interior, o norte e o sul do país, promovendo a circulação dos produtos e das notícias.
   No que diz respeito ao comércio externo, realizava-se quase exclusivamente pela via marítima, através do Atlântico e do Mediterrâneo.
   Por esta altura, Portugal exportava sal, azeite, vinho, cera e mel e importava tecidos, armas, cereais e especiarias.


 

A SOCIEDADE SENHORIAL

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF
A VIDA QUOTIDIANA- SÉCULOS XII E XIII

  À medida que iam conquistando território, os nossos primeiros Reis tiveram duas preocupações: povoar e cultivar as terras.

   Nas suas terras - senhorios - os senhores tinham vários privilégios: receber impostos do povo; aplicar a justiça; não pagar impostos ao rei. Os senhores eram pessoas importantes para quem o povo trabalhava. Este pagava impostos e tinha muitas obrigações. Para povoar as terras os senhores doaram terras ao povo onde este tinha alguma autonomia - os concelhos.

OS GRUPOS SOCIAIS



A nobreza ocupava altos cargos no governo , na administração ou nas chefias militares junto ao rei. A principal ocupação era a actividade guerreira, acompanhando os reis nas batalhas e durante o tempo de paz preparava-se para a guerra participando em torneios caçadas e cavalgadas. Tinha grandes propriedades e vivia nos castelos.
Nos tempos livres jogava xadrez, dados e organizava festas e banquetes.





O Clero  dedicava-se à vida religiosa, à assistência dos doentes e ao ensino. Era formado pelos bispos e padres ( clero secular) e pelos abades, monges, frades e freiras ( clero regular). Era o unico grupo social que sabia escrever. As escolas ficavam nos mosteiros onde havia importantes bibliotecas que iam obtendo novos livros através da acção dos monges copistas. 






O povo dedicava-se à agricultura, à pesca, ao comércio  e ao artesanato. os reis e senhores, para povoar terras, doaram-nas através de cartas de foral, criando os concelhos. Nestes os moradores podiam eleger os seus representantes para a Assembleia dos Homens-Bons que escolhia o juiz (aplicava justiça), o almotacé ( fiscalizava os preços) e o almoxarife ( cobrava os impostos).
 

1820 e o Triunfo Dos Liberais

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF
 

I República

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF
 

Crise e queda da Monarquia - A revolução Republicana

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF
Lê  atentamente as perguntas. Pensa e procura responder de forma clara e correcta. 

1. Indica a data da primeira tentativa de derrube do regime monárquico em Portugal.

2. Relaciona o Ultimato Inglês com esta tentativa de derrube da monarquia. 

3. Enumera as razões que possibilitaram a revolução republicana.

4. Define o conceito de «republicanismo».

5. Refere o nome dos principais defensores das doutrinas socialistas e republicanas em Portugal.

6. Explica as causas que motivaram o apoio crescente ao Partido Republicano.

7. Localiza no tempo a implantação da República. 

8. Identifica as forças intervenientes na implantação da República. 

9. Completa o texto:

«A __________________, ocorreu no __________________ uma primeira tentativa fracassada de derrube da __________________. Em __________________, o rei __________________ e o príncipe herdeiro __________________ foram assassinados. No dia __________________, uma revolução implantou a __________________ em Portugal. 

BOM TRABALHO!
 

A Revolução Liberal De 1820 - Ficha de trabalho

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF
 

Ficha de avaliação - 6º ano

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF



  • O Reinado de D. João V
  • O Barroco
  • Lisboa Pombalina
  • As Invasões Francesas
 

Ficha de avaliação - 8º ano

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF



  • Antigo Regime
  • Barroco
  • Absolutismo
 

Ficha de avaliação - 8º ano

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF

  •  União Ibérica
  •  Antigo Regime
  • O Absolutismo
  • O Império Português e a concorrência Internacional
 

O Brasil E D. JoãO V

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF
 

A RevoluçãO Liberal De 1820

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF
 

D. João V e o Absolutismo

Print Friendly Version of this page Print Get a PDF version of this webpage PDF
 
 
Copyright © 2013. HISTÓRIA VIVA - All Rights Reserved
Template Created by Creating Website Published by Mas Template
Proudly powered by Blogger