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Os Gregos no século V a. C- Resumo

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*   
   Caracteriza a religião Grega.
Os Gregos adoravam vários Deuses. Eram, assim, Politeístas.

*      Enuncia os principais Deuses Gregos, bem como os seus atributos.

·         Zeus - Deus dos deuses e Senhor do Universo.
·         Posídon- Deus do Mar.
·         Hades - Deus dos mortos.
·         Apolo - Deus do Sol, da poesia, da música e da juventude.
·         Dioniso - Deus do vinho
·         Afrodite - Deusa do Amor.
·         Atena - Deusa da Sabedoria e padroeira da cidade de Atenas.

*      Indica o motivo pelo qual os Gregos prestavam culto aos seus Deuses.
Os Gregos prestavam culto aos Deuses para obter protecção e favores.

*      Refere os principais tipos de culto prestado pelos gregos aos seus deuses.
·         Culto doméstico - feito em casa, junto ao altar.
·         Culto cívico - dirigido por magistrados e sacerdotes, eram realizados em templos.
O culto cívico inclui o culto pan-helénico
*      Relaciona o aparecimento dos jogos Olímpicos com o culto pan-helénico.
Os jogos Olímpicos surgem associados a um importante culto pan-helénico que se realizava no Santuário de Zeus em Olímpia, onde de 4 em 4 anos se realizavam festas religiosas e desportivas - Os Jogos Olímpicos.

*      Explica a origem do teatro na Grécia.
O teatro nasceu no séc. VI a. C. em Atenas  e teve origem em danças e cânticos consagrados ao culto do Deus Dioniso.

*      Distingue tragédia de comédia, bem como os seus principais autores.
   Na tragédia os heróis - modelos dos valores familiares e cívicos da sociedade grega - lutavam contra a impiedade dos deuses e força do destino. Os principais autores são Ésquilo, Sófocles e Eurípides.
   Na comédia eram criticadas figuras da vida política da época e ridicularizados os vícios da sociedade. O Principal autor Aristófanes.

*      Descreve o aparecimento da História na Grécia antiga.
Entre os Historiadores gregos destaca-se Herodo - “Pai da História”, pois pela primeira vez no Ocidente alguém se preocupou em conhecer os acontecimentos do passado.
O primeiro historiador, de facto, foi Tucídides que na sua obra A Guerra do Peloponeso, narrou os acontecimentos com objectividade e explicou-os com imparcialidade.

*      Justifica o interesse dos gregos pela filosofia.
Os gregos interessavam-se pela Filosofia porque reflectiam sobre o mundo físico que os rodeava e sobre o destino do homem.

*      Caracteriza a arquitectura grega.
A arquitectura grega caracteriza-se pelo perfeito equilíbrio e harmonia que a compõem. Dá particular atenção aos edifícios religiosos e cívicos, como os templos e teatros.

*      Distingue quanto ao capitel as três ordens de arquitectura grega.
·         Ordem dórica - Capitel simples sem decoração.
·         Ordem Jónica - Capitel decorado com volutas.
·         Ordem Coríntia - Capitel sugere folhas de acanto e quatro espirais simétricas.

*      Caracteriza a escultura grega.
O tema por excelência da escultura grega é a figura humana, trabalhada com perfeição anatómica e as roupas esculpidas com elegância - naturalismo Obedeciam também a um ideal de beleza em que sobressaia a juventude e serenidade do rosto - idealismo.

*      Refere a importância da cerâmica enquanto documento da história do povo grego.
A importância da pintura grega é dada a conhecer pela cerâmica. Nos vasos os artistas pintavam cenas do dia a adia e da vida dos seus deuses e heróis. O que faz da cerâmica um documento histórico do povo grego.


 

Invasões Barbáras Ficha de Trabalho

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1.Completa o texto.

Os Romanos chamavam _______________ a todos os povos que viviam fora das ____________ do Império _______________, e que não falavam o ____________. Estes povos dedicavam-se sobretudo  à _______________, mas eram conhecidos sobretudo como violentos guerreiros.
Nos finais do século IV, alguns destes povos, como os _______________, Ostrogodos, ______________ e Alamanos invadiram o território. Quando a cidade de Roma foi invadida, no ano de 476, caiu o Império ____________ do ______________ e iniciou-se uma nova época histórica a que os historiadores convencionaram chamar _____________   ______________. 


2.Comenta a seguinte afirmação:

“Numa fase inicial, foi difícil a convivência entre Germanos (vencedores) e Romanos (vencidos).
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3.Descreve a ação da Igreja Católica na conversão e evangelização dos povos bárbaros.
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4.Nos finais do século IV, a Europa conheceu o início de um longo período de invasões por parte de diferentes povos bárbaros. Nos séculos VIII e IX a Europa voltou a ser invadida. Estas invasões provocaram um clima de insegurança entre as populações.

4.1.Relaciona o clima de insegurança provocado pelas invasões bárbaras deste período, com a ruralização e a economia de subsistência.
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5.Lê com atenção o documento que se segue.
A Sociedade Medieval
“Aos membros do Clero, Deus manda ensinar a manter a verdadeira fé a ministrar a sagrada água do baptismo. (…) Devem, sem cessar, rezar pelo bem do povo.
Os nobres são os guerreiros, os protetores das Igrejas. Defendem todos os homens, grandes e pequenos (…). A outra classe é a dos não-livres. Esta raça de infelizes nada possui sem sofrimento. São eles que fornecem a todos provisões e vestuário; por isso nenhum homem livre poderia viver sem eles.
A casa de Deus, que parece única, está pois dividida em três: uns rezam, outros combatem e outros trabalham. Todos vivem em conjunto e não podem, por isso, separar-se.”
Adalbéron, Carta ao Rei Roberto (século XI)

5.1.Identifica os grupos sociais que existiam na Idade Média e que são referidos no documento.
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O Mundo Grego

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Fragmentação política do mundo Grego

O relevo montanhoso e acidentado da Grécia e a dificuldade nas comunicações deram origem às divisões do país, formando Pólis.

A Pólis
A Grécia era independente. Possuía população, leis e território próprios.

Os espaços da Cidade Grega
Os espaços de Atenas:
-          Acrópole: Lugar mais alto da principal colina. Nela encontravam-se os principais edifícios públicos e profanos, templos e residências aristocráticas.
-          Ágora: Na parte baixa da cidade encontravam-se as habitações populares. A Ágora passou a centralizar o mercado e as assembleias, tornando-se assim o efetivo centro cívico e político da cidade.

Evolução política de Atenas, na qual Péricles teve grande importância
·                     De 800 a 700 a.c à Monarquia
·                     De 750 a 600 a.c à Oligarquia
·                     De 620 a 500 a.c à Tirania
·                     A partir de 520 a.c à Democracia

A democracia Ateniense como democracia directa
Era uma democracia direta porque:
·                     O governo era eleito conforme as intenções de voto dos eleitores
·                     Todos os cidadãos eram, supostamente, iguais
·                     Todos podiam participar
·                     Isonomia, Isocracia e Isegoria
·                     Introdução das mistoforias

As características da democracia Ateniense
·                     O princípio da soberania popular
·                     O uso do sorteio (na escolha dos magistrados)
·                     O carácter transitório dos cargos (evitar corrupções e abusos pessoais do poder)
·                     As leis (porque eram sugeridas, discutidas e aprovadas por todos na Assembleia)

A importância da oratória no contexto da democracia directa
Na democracia direta, a palavra revelou-se um instrumento importante de persuasão e de domínio. Era através da palavra que os cidadãos se faziam ouvir, nas assembleias, os seus pedidos e queixas. Assim quem melhor falava melhor convencia, conquistando prestígio e simpatia. Dai que a oratória se tenha tornado um dote precioso para o exercício da vida política.

Os órgãos do poder legislativo, poder executivo e poder judicial na democracia Ateniense
·                     Legislativo (Eclésia; Boulé)
·                     Executivo (Boulé e Magistrados)
·                     Judicial (Areópago, Aelieo)

Direitos dos Cidadãos
·                     Direito à liberdade
·                     Isonomia ou igualdade perante a lei
·                     Isocracia ou seja igualdade de acesso aos cargos públicos
·                     Isegoria ou direito igualitário ao uso da palavra.

Os limites da participação demográfica
·                     Só os cidadãos têm direitos Cívicos
·                     As mulheres e os Metecos não eram detentores de cidadania e de acesso aos cargos políticos
·                     Existência de escravatura
·                     Imperialismo ateniense, Atenas tentou impor pela força o seu regime político a outras cidades da liga de Belos
·                     Excessiva valorização das leis e decisões colectivas com constante mudança dos magistrados, manipulação do povo nas assembleias e escolha por sorteio, o que permitia que muitos mais cidadãos mal preparados acedessem a cargos políticos.
·                     Ostricidio

Comparação entre a democracia Ateniense e a democracia actual
Na democracia ateniense, só os cidadãos (homens com mais de 18 anos e serviço militar cumprido) tinham direito de voto. Na democracia atual, tanto mulheres como homens (com mais de 18 anos) têm direito de voto.

A educação dos jovens Atenienses e o exercício da cidadania.
Os jovens eram educados para serem cidadãos. Até aos 7 anos estavam no gineceu. Depois dos 7 anos iam para a escola. Aos 15 anos, preparavam-se fisicamente e mentalmente. Dos 18 aos 20 cumpriam serviço militar, para a partir dos 20 anos se tornarem cidadãos.

O significado das grandes manifestações cívico-religiosas.
·                     Carácter religioso porque eram dedicadas aos deuses e homenageavam os heróis míticos.
·                     Realizavam-se em recintos considerados sagrados
·                     Tinham um importante papel recreativo e sociocultural
·                     Algumas atraiam devotos e participantes de todo o mundo
Estas festividades contribuíram para a comunhão de crenças, cultos e tradições entre todos os Gregos, sendo hoje consideradas como um dos mais importantes fatores da sua identidade cultural

Os elementos básicos da arquitetura Grega.
·                     Conjunto de regras que definem as medidas e as relações de proporção entre todos os elementos construtivos
·                     A forma desses elementos
·                     A decoração que comportavam


O declive idealista das obras escultóricas
O idealismo era a forma de representar as esculturas com uma seleção que permitisse representar as formas mais perfeitas.

Os objetivos estéticos e religiosos da arte clássica.

Os objetivos estéticos eram alinhar o naturalismo e o dinamismo das formas anatómicas ao idealismo do rosto do atleta, de forma a evidenciar a beleza do homem.
 

A sociedade europeia nos séculos IX a XII

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1 Caracteriza a sociedade tripartida da Idade Média.
A sociedade medieval estava dividida em três grupos sociais (sociedade tripartida), tendo cada um deles uma função específica: a nobreza defendia, o clero rezava pela protecção divina e o povo trabalhava para o sustento de todos

2 Distingue os três grupos sociais quanto a funções e privilégios.
Havia um pequeno número de privilegiados porque possuíam a maior parte das terras e dispunha de muitos direitos e regalias, nomeadamente a isenção de impostos: era a nobreza e o clero.
O  povo era o grupo de não-privilegiados, constituída sobretudo por camponeses (colonos e servos), que trabalhavam nas terras da nobreza e do clero. Pagavam impostos ao rei e rendas aos proprietários das terras.

3 Descreve a organização dos domínios senhoriais.
Os domínios senhoriais estavam divididos em duas partes: a reserva (explorada directamente pelo senhor) e os mansos (exploradas pelos camponeses)
Em troca da exploração da terra, os camponeses estavam sujeitos a uma série de obrigações: rendas em dinheiro, em géneros e a prestação de corveias (trabalho gratuito na reserva do senhor)
4 Justifica as relações de dependência estabelecidas no domínio senhorial.
Os camponeses estavam na total dependência dos proprietários das terras porque dependiam do trabalho da terra para a sua sobrevivência.

5 Descreve as relações de dependência existentes entre a nobreza.
Entre os grupos privilegiados, havia relações de vassalagem, ou seja, laços de entreajuda e de dependência entre o senhor mais poderoso (o suserano) e os nobres menos poderosos (os vassalos)

6 Descreve as etapas do contrato de vassalagem.
O contrato de vassalagem celebrava-se através das seguintes cerimónias: homenagem (o vassalo colocava-se na dependência do senhor); o juramento de fidelidade e de obediência por parte do vassalo e a investidura, na qual o suserano recompensava o vassalo com um benefício (dinheiro, cargo ou terra)

7 Diz em que consiste a pirâmide feudal.
Devido às relações de vassalagem entre nobre mais importantes e menos importantes, vai estabelecer-se uma hierarquia de dependências. À hierarquia ou cadeia de dependências é costume chamar-se pirâmide feudal. O rei é o suserano dos suseranos.
 

A Europa Cristã e o Islão nos séculos VI a IX

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 1. Quem eram os Germanos?
Os Germanos, a quem os Romanos chamavam Bárbaros (porque não tinham a mesma cultura que os Romanos, não falavam latim, não tinham os mesmos costumes, ...), invadiram a Europa, conduzindo à queda do Império Romano do Ocidente, em 476.
2. Identifica os povos bárbaros que invadiram a Europa no século V e as regiões conquistadas.
Os Ostrogodos invadiram a Península Itálica, os Francos a Gália, os Visigodos e os Suevos a Península Ibérica e os anglo-saxões a Britânia.
3. Quais foram as consequências políticas das invasões bárbaras?
O Império Romano do Ocidente desagregou-se e formaram-se novos reinos, iniciando-se um período que é costume designar-se Idade Média (do século V ao século XV): o dos Suevos e dos Visigodos na Península Ibérica; o dos Francos em França, o dos Anglo-Saxões na Grã-Bretanha, o dos Ostrogodos na Península Itálica e  dos Vândalos no Norte de África.
4. Descreve a importância da Igreja na época.
Nesta época, o prestígio da Igreja Católica aumentou, graças à cristianização dos bárbaros e ao facto de, muitas vezes, terem sido os bispos a organizar a defesa das cidades.
5. Descreve as consequências económicas das invasões bárbaras.
Devido às invasões bárbaras, vivia-se um clima de insegurança e de medo.
O clima de insegurança provocou a regressão económica: o comércio enfraqueceu, as cidades diminuíram de tamanho e perderam a sua importância, e a economia ruralizou-se, ou seja, a principal atividade económica passou a ser a agricultura. Em vez de uma economia mercantil, urbana e monetária, passa a existir uma economia de subsistência, isto é, as pessoas sobreviviam à custa daquilo que produziam. A posse da terra passa a ser sinónimo de poder e de riqueza.
6. Identifica os povos invasores durante a 2ª vaga de invasões.
Os povos que invadiram a Europa numa 2ª vaga (séculos IX a XI) foram os Vikings (todo o litoral da Europa), os Muçulmanos ( litoral da Europa Mediterrânica) e os Húngaros (Europa de leste)
7. Descreve as principais ideias do Islamismo
As principais ideias do Islamismo são:
- Considerando-se portador da palavra de Deus (profeta), Maomé deu origem a uma nova religião monoteísta: o Islamismo (=submissão à vontade de Deus)
- O livro sagrado dos muçulmanos (= crentes) é o Alcorão.
- A religião assenta nos cinco pilares da fé (as obrigações religiosas que todos os Muçulmanos têm de cumprir, nomeadamente o jejum durante o Ramadão e a peregrinação à cidade de Meca)
- A Hégira consiste na fuga de Maomé de Meca para Medina.
8. Descreve a expansão política e comercial dos muçulmanos nos séculos VII a IX.
Os califas (=chefes religiosos e políticos) iniciaram o movimento de expansão, formando um grande Império, que ia da Península Ibérica ao rio Indo, na Ásia, ocupando todo o Norte de África e o Médio Oriente. Em todo o Império, os muçulmanos desenvolveram uma vasta rede de rotas comerciais.
9. Indica alguns contributos da civilização islâmica.
Os Muçulmanos, entre os séculos VII a IX, desenvolveram uma cultura extremamente rica e criativa, nomeadamente no domínio da ciência, da literatura e da arte. Foram eles os responsáveis pela numeração árabe e o aparecimento do número zero
 
 
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