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HGP-Ficha de avaliação 5º ano

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Ficha de avaliação
O ambiente natural e primeiros povos

 

A Contra- Reforma católica

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A CONTRA-REFORMA CATÓLICA

   A expansão do protestantismo provocou uma reacção na Igreja Católica conhecida por Contra- ReformCONCÍLIO DE TRENTOa. Um dos acontecimentos mais importantes foi a convocação, pelo Papa Paulo III, de um concílio para debater e tomar decisões sobre os assuntos de organização e doutrina da Igreja. Do Concílio de Trento (1545-63) saíram duas orientações fundamentais: a reafirmação das posições do catolicismo postas em causa pelos protestantes e a necessidade de renovação interna da Igreja.
   Com a reforma Católica apareceram novas ordens religiosas destacando-se a Companhia de Jesus, oficializada pelo Papa III em 1540. Os Jesuítas destacaram-se no ensino e na consolidação e expansão da fé cristã através da missionação, quer na Europa quer nos territórios dos impérios.
   Para combater a difusão do protestantismo, a Igreja Católica também usou instrumentos repressivos: O Índex, catálogo regularmente actualizado Sessão de um tribunal da Inquisição em Espanhade livros proibidos que não podiam ser impressos, vendidos ou mesmo lidos; a Inquisição, um tribunal religioso, mas sujeito à vontade régia, que investigava a vida daqueles que eram suspeitos de actos contra a fé católica.





O CASO PENINSULAR




   A posição geográfica periférica da Península Ibérica em relação aos focos da Reforma e a acção das autoridades religiosas e políticas explicam a quase ausência de movimentos religiosos reformistas.
   Em 1478, em Espanha, os Reis Católicos reactivaram a Inquisição como reacção à poderosa comunidade judaica.Perseguidos pelas diferenças religiosas, mas também económicas, os judeus foram expulsos ou forçados a converter-se ao Cristianismo.
    Em Portugal, em 1496, D. Manuel I ordenou a expulsão dos judeus que não se convertessem à fé católica. os que optaram pela conversão forçada eram chamados cristãos novos. Estes foram perseguidos e sistemáticaAuto-de-fémente acusados pela Inquisição, introduzida por D. João III em 1536, de continuarem a praticar rituais judaicos. Assim, milhares de cristãos novos foram presos, torturados e muitos deles condenados à fogueira em autos-de-fé.
A censura da Inquisição estendeu-se à cultura e muitas obras foram alteradas ou proibidas e humanistas como Damião de Góis perseguidos. Nesta acção de vigilância da moral e da fé, os monarcas contaram também com o apoio da Companhia de Jesus. A acção destas instituições contribuiu para uma forte estagnação cultural.

CONCEITOS:

Contra - Reforma Movimento da Igreja Católica de reacção ao avanço do protestantismo e de reorganização interna da Igreja.
Concílio – Assembleia de bispos, convocada pelo Papa, para análise de problemas dos cristãos. Estes concílios tomavam o nome da cidade onde se realizavam.
Inquisição  ( Tribunal do Santo Ofício) – Criado no séc. XIII, por Gregório IX, para combater a heresia albigense. Tinha poderes para inquirir, confiscar bens e punir todos os suspeitos de heresia e praticantes de feitiçaria.
Cristãos- novos – Judeus convertidos ao Cristianismo. Esta expressão foi utilizada para distinguir estes novos membros da Igreja dos chamados cristãos –velhos.

VERIFICA O QUE SABES:

1.  Apresenta as medidas adoptadas pela Igreja Católica em resposta à Reforma protestante.
2. Avalia  impacto da acção da Inquisição na Península Ibérica.
 

A Reforma protestante

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LUTERO E A QUESTÃO DAS INDULGÊNCIAS

  Martinho Lutero Em 1513, o Papa Leão X ordenou uma nova concessão de indulgências ( perdão pelas penas devidas pelos pecados) aos fiéis que contribuíssem para a conclusão da Basílica de São Pedro, em Roma. Martinho Lutero, um monge alemão que considerava esta prática como um simples negócio que nada tinha a ver com a missão espiritual da Igreja, exprimiu publicamente o seu desacordo em relação às indulgências num documento ( As Noventa e Cinco Teses contra as Indulgências) que afixou a 31 de Outubro de 1517, na porta da Catedral de Vitemberga (Alemanha). Naquele documento, Lutero recusava ao a capacidade de perdoar os pecados, declarando que tal poder pertencia exclusivamente a Deus.

OS MOVIMENTOS PROTESTANTES


   Lutero foi excomungado e expulso da Igreja em 1521, como resposta à sua critica. Valeu-lhe a protecção e apoio de alguns príncipes alemães desejosos de maior independência face ao papado.
   O Luteranismo defendia a fé como único caminho para alcançar a vida eterna, o contacto directo com a palavra de Deus ( a Bíblia foi traduzida para diversas línguas nacionais) e a desvalorização dos rituais. Para Lutero, a Igreja também não deveria possuir bens materiais, o que levou muitos príncipes alemães a apoiarem as suas ideias com o fim de se apropriarem dos bens da Igreja Católica. Estas ideias deram origem ao protestantismo.
   EM 1536, na Suíça, João Calvino inicia um movimento – Calvinismo – caracterizado por uma doutrina mais radical, defendendo a predestinação. Segundo esta teoria, cada homem, quando nasce, já está predestinado por Deus à salvação ou à condenação.
   Em Inglaterra, O rei Henrique VIII, pretende anular os eu casamento com Catarina de Aragão para desposar Ana Bolena e perante a recusa do Papa, rompe com Roma através do Acto de Supremacia (1534). O rei torna-se então o chefe espiritual da Igreja submetendo-a à sua autoridade. O anglicanismo assemelha-se ao catolicismo na forma e ao calvinismo nos  conteúdos.
   Nalguns países, a oposição entre católicos e protestantes levou ao desencadear de guerras em que as ambições políticas se misturavam com ideias religiosas.
    A Adesão de diversos soberanos cristãos à Reforma protestante significou a perda de influência de Roma sobre vastas regiões da Europa.


VARIANTES DA RELIGIÃO CRISTÃ
vARIANTES DA rELIGIÃO cRISTÃ
clica na imagem para ampliar

CONCEITOS:


PROTESTANTISMO –  Conjunto de doutrinas religiosas resultantes da cisão com Roma. Inicialmente, chamaram-se protestantes aos luteranos que protestaram contra as medidas do Imperador Carlos V, em 1529, que desejava restabelecer a unidade religiosas na Alemanha. Mais tarde, todas as Igrejas que se afastaram da obediência ao Papa foram também chamadas protestantes.


VERIFICA O QUE SABES:

1. Explica a oposição de Lutero em relação às indulgências.
2. Justifica o apoio dos príncipes alemães a Lutero.
3. Distingue os princípios doutrinários do catolicismo e dos movimentos protestantes.
 

Os sinais de crise e as críticas à Igreja

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OS SINAIS DA CRISE
   A crise na Igreja católica aumentava de proporções desde o século XIV. Entre estes sinais da crise podemos destacar três:

  • O Grande Cisma do Ocidente ocorreu entre 1378 e 1417 devido à eO Grande Cisma do Ocidentexistência de dois Papas, em Avinhão e em Roma, contribuindo para a perda de prestígio da Igreja. Este conflito só terminou com a eleição do Papa Martinho V, que restabeleceu Roma como único centro espiritual do catolicismo. 

  • Os conflitos entre o papado e os reis resultavam da disputa do poder temporal. Os Papas, chefes espirituais, pretendiam um maior protagonismo político face ao poder dos monarcas. Os rendimentos obtidos por toda a Europa católica eram utilizados pelos Papas na luxuosa corte papal de Roma e no seu exército, que enviavam contra reis e governantes cristãos.

  • O comportamento de uma parte do clero era alvo de criticas pela comunidade cristã. Os cardeais, os bispos e os abades descuravam os aspectos espirituais, vivendo no luxo e comprando e acumulando cargos políticos. Muitos monges e padres não possuíam conhecimentos no campo religioso e levavam uma vida afastada dos valores cristãos e evangélicos.

AS CRÍTICAS À IGREJA

     Nos séculos XIV e XV, face a esta crise moral e religiosa, surgiram no interior da própria Igreja focos de contestação, destacando-se o padre checo João Huss e o monge dominicano de Florença, Savonarola. Estes homens defendiam a ideia de que os cristãos deviam basear a sua prática religiosa na Bíblia. Ao porem em causa a autoridade do Papa, a riqueza e a ostentação da Igreja e a amoralidade do clero, foram considerados heréticos e condenados à morte pela fogueira.
   Os humanistas também contribuíram para a reflexão sobre a Igreja: fazendo traduções exactas dos Evangelhos e a partir dos textos originais, criticando algumas práticas que consideravam mais próximas da superstição do que da religião e defendendo a renovação da Igreja.
   Por outro lado, a Imprensa  permitiu uma maior difusão dos textos bíblicos e uma maior participação dos leigos na vida religiosa gerando a ideia de que era necessário realizar uma reforma à Igreja. Esta Reforma teria como objectivo reconduzir a Igreja à pureza original do Cristianismo, tal como este tinha sido pregado e vivido por Jesus e pelos primeiros Cristãos.

CONCEITOS:

Reforma – Movimento religioso de renovação da Igreja, iniciado por Lutero no século XVI e que conduziu à divisão da Igreja Católica Romana. É nesta altura que surgem As igreja reformadas ( luterana, calvinista e angelicana)

VERIFICA O QUE SABES:
1. Explica por que se pode falar de crise na Igreja no século XV.
2. Justifica porque motivo João Huss e Savonarola foram condenados à fogueira.
3. Refere o contributo dos humanistas para a reforma da Igreja.
 

Os gregos no século v a. C.

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A GRÉCIA – AS CIDADES- ESTADOS – A ECONOMIA ATENIENSE

    A Grécia é uma região montanhosa, de costa muito recortada, que se situa no Sul da Europa, junto do Mediterrâneo. Além do continente propriamente dito, fazem parte do mundo grego numerosas ilhas do Mar Egeu e  a zona costeira da Ásia Menor.
Grécia - um território montanhoso
   Apesar da pobreza do solo, esta região atraiu vários povos, que ai se fixaram. Durante o segundo milénio a.C., Aqueus, Eólios, Jónios e Dórios invadiram e ocuparam a Grécia. Com o passar dos séculos, as diferenças entre estes povos esbateram-se. Da sua união nasceu o povo grego ( ou heleno).
   A pobreza do solo e a atracção pelo mar levaram muitos Helenos a deixarem a sua terra e a espalharem-se por outras regiões do Mediterrâneo, onde fundaram novas cidades em tudo semelhantes às da Grécia – as colónias. Entre todas as colónias gregas sobressaíam, pela sua riqueza e importância, as colónias do Sul de Itália, designadas por Magna Grécia ( Grande Grécia).

AS CIDADES- ESTADOS

   Os Gregos habituaram-se a viver separados pelas montanhas, em cidades independentes, a que chamavam pólis ( cidade –estado).
   Cada pólis tinha o seu território, as suas leis, o seu governo. Embora se considerassem todos Helenos ( ou Gregos), os cidadãos de uma pólis sentiam-se estrangeiros em qualquer outra cidade- estado da Grécia.

A ECONOMIA ATENIENSE
   Atenas era a mais rica de todas as cidades- estados. No seu território, a Ática, cultivavam-se a vinha e a Oliveira, fabricava-se artesanato de grande qualidade ( vasos de cerâmica, armas) e exploravam-se ricas minas de prata. Muitos destes produtos eram carregados em Navios, também fabricados na cidade, e vendidos noutras paragens do Mediterrâneo. Atenas enriqueceu graças ao comércio marítimo.

A CIDADE E O ESPAÇO CÍVICO
  
Planta da cidade -estado

Se pudéssemos percorrer Atenas do século V a. C., distinguiríamos, com facilidade, três zonas:
1. a acrópole , a parte alta, onde se situavam o palácio e a maior parte dos templos, entre eles o da deusa Atena, protectora da cidade.
2. a ágora , ou praça pública, numa zona mais baixa. Era ai que os Atenienses se reuniam para tratar do governo da cidade, dos seus negócios ou para conversar. Em redor da ágora estavam as asas de habitação, simples e sem comodidades. A vida ateniense fazia-se muito ao ar livre, pois aí se comerciava, filosofava ou se faziam diversões;
3. os campos agrícolas, embora pobres, que circundavam estas duas zonas importantes.
 

O REINADO DE D. JOÃO V

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D Joao V
A MONARQUIA ABSOLUTA


   No início do século XVIII, na Europa, têm grande difusão as ideias que defendem o poder absoluto do rei (absolutismo), ou seja, o governo do país dependia da vontade do rei, que tinha todos os poderes e mandava cada vez mais.
   D. João V vai seguir esta tendência política, governando Portugal  como rei absoluto – Monarquia Absoluta. Durante o seu reinado, de 44 anos (1706 – 1750), nunca reuniu as cortes.
   Graças às grandes quantidades de ouro e diamantes que vinham do Brasil, a que se juntavam os lucros obtidos no comércio do tabaco, açúcar, vinho e sal, D. João V detinha uma grande riqueza, com a qual conseguia manter a nobreza debaixo do seu domínio ( distribuindo cargos, pensões e títulos), assim como enviava riquíssimas embaixadas a vários países. 

A VIDA NA CORTE


   A Corte vivia com muito luxo e ostentação.
   O rei dava festas esplêndidas e os nobres vestiam, de acordo com a moda francesa, trajes riquíssimos.
   Os bailes, concertos, teatros e jogos divertiam e distraiam a Corte. Havia igualmente grandes banquetes.
   Procurando imitar a vida da Corte, a nobreza vai construir palácios (os solares) um pouco por todo o país.
   Entretanto, o povo vivia com muitas dificuldades: no campo, os que não emigravam para o Brasil continuavam a praticar uma agricultura de sobrevivência e tinham de pagar pesados impostos; na cidade, ocupavam-se das tarefas domésticas e de outro tipo de serviços como vendedores ambulantes, artesãos, criados, etc., não conseguindo obter grandes rendimentos.

UM TEMPO DE GRANDES CONSTRUÇÕES
Convento de Mafra 
   Durante o reinado de D. João V realizaram-se obras monumentais que reflectem a riqueza de que já falámos.
   Tal é o caso do Convento de Mafra, cuja construção se inicia em 1717 e só vai terminar em 1770.
   É igualmente deste período a construção do Aqueduto das Águas Livres em Lisboa, da Igreja e Torre dos Clérigos, no Porto, da autoria de Nicolau Nazoni, da Biblioteca da Universidade de Coimbra e do Palácio de Queluz.

O BARROCO

IGREJA DE SANTA CLARA


   Nesta época surgiu um novo estilo artístico: o barroco.
   Caracteriza-se pela decoração muito rebuscada, com grande profusão de torneados, medalhões, curvas e contra curvas.
   No interior das igrejas e palácios vamos encontrar a talha dourada, os azulejos e os mármores.
   Este estilo é, também ele, resultante da grande quantidade de dinheiro disponível.





CONCEITOS:


Absolutismo – sistema de governo em que o rei concentra em si todos os poderes (legislativo, executivo e judicial) que considera recebidos directamente de Deus.
Barroco – estilo artístico que em Portugal está ligado à descoberta do ouro no Brasil.
Talha dourada – madeira trabalhada revestida por uma fina camada de ouro. Utilizada sobretudo nos altares das igrejas.

DATAS A DECORAR:


1706 – Início do reinado de D. João V
1717 – Início da construção do convento de Mafra.
1719 – Fundação da Real Academia da História.
1734 – Guerra com Espanha.
1750 – Morte de D. João V.

APLICA O QUE APRENDESTE


1. Identifica o tipo de monarquia que D. João V praticou em Portugal.
2. Indica os produtos brasileiros que permitiram ao rei a obtenção de grandes lucros.
3. Identifica o novo estilo artístico deste período.
4. Enumera dois elementos decorativos utilizados por este estilo.
 

Os Gregos no século V a.C.

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Ficha de avaliação 5º ano- A formação de Portugal

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Ficha de   avaliação 5º ano - A formação de Portugal

 

AS INVASÕES FRANCESAS

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   Napoleão Bonaparte

  A REVOLUÇÃO FRANCESA

   Com o iluminismo, nascido em França no século XVIII, ganham cada vez mais adeptos as ideias de que os homens são iguais perante a lei; todos têm os mesmos direitos e deveres.
   Ora , estas ideias opõem-se aos valores da monarquia absoluta- origem divina do poder real e grandes diferenças entre os direitos e deveres dos diferentes grupos sociais. Não admira, por isso, que tais ideias estejam na base da Revolução Francesa, ocorrida em 1789, bem como na de várias revoluções liberais que se vão registar por toda a Europa.
   Sentindo-se em perigo, alguns reis absolutistas unem-se e declaram guerra à França. Essa guerra durou vários anos, até que o governo francês passou a ser chefiado por Napoleão Bonaparte.
Militar brilhante, Napoleão, em poucos anos, dominou quase toda a Europa.
Porém a Inglaterra demonstrou ser um inimigo muito difícil de vencer e, em 1806, Napoleão decretou o Bloqueio Continental 

Bloqueio Continental

AS INVASÕES FRANCESAS

   Portugal, que mantinha relações comerciais com a Inglaterra e era, além disso, um seu velho aliado, não aderiu ao Bloqueio.
  Em resposta a esta atitude portuguesa, Napoleão ordenou a invasão do país através de Espanha, com a qual se tinha aliado.
   Assim, num curto período de tempo, o nosso país vai ser invadido, por três vezes, pelos exércitos franceses. Invasões Francesas
   Aquando da primeira invasão, ocorrida em 1807 sob o comando do general Junot, a família real portuguesa retira-se para o Brasil ( a fim de salvaguardar a independência do país), ficando um Conselho de Regência a governar Portugal.
   Com o apoio das tropas Inglesas ( a quem pedimos auxilio) e sob o comando de Arthur Weellesley, o exército luso-inglês vence o exercito francês nas Batalhas de Roliça e do Vimeiro (1808). Os franceses têm então de assinar um tratado, aceitando a rendição – Convenção de Sintra – e são obrigados a retirar-se do país.
   Não se conformando com a derrota, Napoleão ordena a segunda invasão.
   Assim, em 1809, os exércitos franceses, desta vez comandados pelo marechal Soult, entram pelo Norte (chaves) e dirigem-se ao Porto. Contudo, são novamente derrotados pelo exército luso-inglês, não chegando a Linhas de Torres Vedraspassar o Douro.
  O exército português é reorganizado pelos ingleses e são construídas várias fortificações para defender Lisboa – São as designadas linhas de Torres Vedras.
Ainda assim, Napoleão não desiste e ordena uma terceira invasão, comandada pelo general Messena.
   Entrando, em 1810, pela Beira Alta, os franceses dirigem-se a Viseu, onde se instalam. As tropas luso-inglesas vão ao seu encontro, derrotando-os na batalha do Buçaco (1810). Apesar disso, os franceses caminharam para sul, na tentativa de conquistar Lisboa, mas não conseguiram passar as linhas de Torres Vedaras, retirando do nosso país, perseguidos pelo exército luso-inglês, em 1811.
   O rei, que se encontrava no Brasil, pressionado pelos burgueses brasileiros, autoriza que o comércio se faça directamente com outros países a partir dos portos brasileiros. Esta medida desagradou muito aos comerciantes portugueses, pois vão perder lucros e porque D. João VI não mostra desejo de regressar a Portugal.

Conceitos


Iluminismo - Movimento Cultural na Europa do século XVIII que defendia os valores de tolerância, liberdade e separação de poderes políticos.


Bloqueio Continental:- politica desenvolvida por Napoleão, na qual todos os países da Europa deveriam fechar os seus portos à Inglaterra e expulsar os comerciantes ingleses.
 

A grande crise do capitalismo nos anos 30 - Ficha de trabalho

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Ficha de trabalho - 9º ano


 
 
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