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O mundo romano no apogeu do Império

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1.       Localiza geograficamente Roma.
Roma situa-se na Península Itálica junto ao Rio Tibre.

2.       O império Romano estendia-se por três continentes. Quais eram?
Ásia, África e Europa.

3.       Porque razão os Romanos chamavam “Mare Nostrum” ao Mar Mediterrâneo?
Porque o Mar Mediterrâneo encontrava-se no centro do Império Romano. Qualquer povo que o quisesse navegar teria de ser com sua autorização e mediante um pagamento.

4.       O que se entende por Romanização?
Integração das populações conquistadas, na vida, nos hábitos e na cultura dos Romanos, passando a viver à maneira destes.

5.       Quais eram os instrumentos de integração dos Romanos?
- O Latim;
- Vasta rede de estradas (por onde passavam legiões e os comerciantes e que ligavam as diversas zonas do Império).
- Estabelecimento de administração pública.
- Construção de obras públicas (circos, teatros, aquedutos…)
- Difusão da literatura, ciências, técnicas e direito.

6.       Quais foram os motivos que levaram à expansão Romana?
- Questões de segurança (para se defenderem dos inimigos);
- Motivos económicos e sócias (melhorar as condições de vida, procurar riquezas)
- Busca de honra e glória.

7.       Caracterizar a economia romana.
- Mercantil - porque o comércio era a principal actividade.
- Monetária porque usava a moeda como unidade de troca.
- Urbana - porque havia muitas cidades que eram centros produtores e consumidores.

8.       Como estava divida a Sociedade Romana?
Estratos superiores:
- Ordem senatorial - senadores - ocupavam cargos administrativos.
- Ordem equestre - Cavaleiros -dedicavam-se à administração do Império, aos negócios e aos negócios.
- Ordem dos decuriões - comerciantes locais - membros da burguesia municipal que dirigiam a vida económica e política da cidade.

Estratos inferiores
- Plebe - Urbana - pequenos comerciantes e artesãos.
                 Rural - camponeses e população; pequenos proprietários.
- Libertos - antigos escravos
- Escravos

9.       Enumera alguns dos Deuses Romanos.
Tradicionais - Júpiter, Ceres, Apolo e Marte.
Deuses Gregos: Baco - Dioniso; Apolo - Ares; Diana- Artémis;

10.   Indica os tipos de cultos prestados pelos Romanos aos Seus Deuses.
Culto familiar
Culto Cívico

11.   Porque razões prestavam os Romanos culto aos Deuses.
os Romanos prestavam Culto aos Deuses para obterem favores pois eram muito supersticiosos.

12.   Caracteriza a arquitectura Romana.
Características: Monumental, carácter prático
Influências: Etruscos e Gregos.
Elementos inovadores: Arco de Volta perfeita, abóbada, cúpula
Principais construções: Aquedutos, pontes, Fóruns, circos, termas, templos, teatros e arcos de triunfo.
13.   Qual era a principal característica da escultura Romana?
Os escultores retratavam com perfeição as expressões e traços pessoais das figuras.

14.   Quais eram os principais temas da Pintura Romana?
Paisagens, vida quotidiana, motivos históricos e mitológicos.


 

Os Gregos no século V a.C.

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Caracteriza a religião Grega.

Os Gregos adoravam vários Deuses. Eram, assim, Politeístas.


   Enuncia os principais Deuses Gregos, bem como os seus atributos.

·         Zeus - Deus dos deuses e Senhor do Universo.
·         Posídon- Deus do Mar.
·         Hades - Deus dos mortos.
·         Apolo - Deus do Sol, da poesia, da música e da juventude.
·         Dioniso - Deus do vinho
·         Afrodite - Deusa do Amor.
·         Atena - Deusa da Sabedoria e padroeira da cidade de Atenas.

    Indica o motivo pelo qual os Gregos prestavam culto aos seus Deuses.
Os Gregos prestavam culto aos Deuses para obter protecção e favores.


  Refere os principais tipos de culto prestado pelos gregos aos seus deuses.
·         Culto doméstico - feito em casa, junto ao altar.
·         Culto cívico - dirigido por magistrados e sacerdotes, eram realizados em templos.


   Relaciona o aparecimento dos jogos Olímpicos com o culto pan-helénico.
Os jogos Olímpicos surgem associados a um importante culto pan-helénico que se realizava no Santuário de Zeus em Olímpia, onde de 4 em 4 anos se realizavam festas religiosas e desportivas - Os Jogos Olímpicos.

   Explica a origem do teatro na Grécia.
O teatro nasceu no séc. VI a. C. em Atenas  e teve origem em danças e cânticos consagrados ao culto do Deus Dioniso.

 Distingue tragédia de comédia, bem como os seus principais autores.
   Na tragédia os heróis - modelos dos valores familiares e cívicos da sociedade grega - lutavam contra a impiedade dos deuses e força do destino. Os principais autores são Ésquilo, Sófocles e Eurípides.
   Na comédia eram criticadas figuras da vida política da época e ridicularizados os vícios da sociedade. O Principal autor Aristófanes.

   

     Justifica o interesse dos gregos pela filosofia.
Os gregos interessavam-se pela Filosofia porque reflectiam sobre o mundo físico que os rodeava e sobre o destino do homem.

   Caracteriza a arquitectura grega.
A arquitectura grega caracteriza-se pelo perfeito equilíbrio e harmonia que a compõem. Dá particular atenção aos edifícios religiosos e cívicos, como os templos e teatros.

   Distingue quanto ao capitel as três ordens de arquitectura grega.
·         Ordem dórica - Capitel simples sem decoração.
·         Ordem Jónica - Capitel decorado com volutas.
·         Ordem Coríntia - Capitel sugere folhas de acanto e quatro espirais simétricas.

  Caracteriza a escultura grega.
O tema por excelência da escultura grega é a figura humana, trabalhada com perfeição anatómica e as roupas esculpidas com elegância - naturalismo Obedeciam também a um ideal de beleza em que sobressaia a juventude e serenidade do rosto - idealismo.
 

A Civilização Romana

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Ficha de avaliação - 6º ano

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A Queda da Monarquia / I República


 

Ficha de avaliação- 6º ano

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Portugal na segunda metade do século XIX

 

1820 e o Triunfo Dos Liberais - Ficha de avaliação

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II Guerra Mundial - Ficha de trabalho

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A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

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Como se tornou independente o Brasil?


   No período em que o rei e a corte portuguesa estiveram no Brasil - 13 anos -, neste território verificaram-se muitas mudanças:


  • O Rio de Janeiro substituiu Lisboa como sede do governo;
  • foram construídos hospitais, escolas, tribunais, industrias e estradas;
  • o comércio do Brasil com o estrangeiro desenvolveu-se muito, porque os portos brasileiros foram abertos, não sendo, assim, necessário  comprar e vender tudo através de Portugal.;
  • Houve um grande desenvolvimento da cultura e da ciência. 
   Quando D. João VI regressou a Portugal, deixou o seu filho, D. Pedro, como regente do Brasil.

   Entretanto, as Cortes Constituintes decidiram retirar ao Brasil muitos dos privilégios que lhe tinham sido dados. O Brasil, que em 1815 tinha sido elevado à categoria de Reino, voltou a ser uma colónia de Portugal. Esta Nova situação provocou o descontentamento dos portugueses residentes no Brasil. 

   Esse descontentamento motivou uma revolta no Brasil contra as exigências das Cortes Constituintes de Lisboa, que tinham anulado todos os poderes do príncipe-regente D. Pedro. 

   Apoiada pelas populações revoltosas, D. Pedro declarou a independência do Brasil. Nas margens do rio Ipiranga gritou: " Independência ou morte! ".

   Este episódio ficou conhecido como a Revolta do Ipiranga (7 de Setembro de 1822). 

   Portugal só viria a reconhecer essa independência três anos depois, mas o Brasil é, de facto, um pais independente desde 1822. 
 

A INSTAURAÇÃO DA MONARQUIA LIBERAL

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   Após a Revolução de 1820, os Ingleses foram afastados de chefia do reino e o governo entregue a uma Junta Provisional. Este Governo provisório tomou as seguintes medidas:


  • preparou as eleições para que os Portugueses escolhessem os deputados que iam formar as Cortes Constituintes (estas foram as primeiras eleições feitas em Portugal);
  • exigiu o regresso do rei D. João VI que estava no Brasil. 
   Em 1822 ficou pronta a  primeira Constituição Portuguesa. Esta foi marcada pelas ideias liberais, vindas da Revolução Francesa. Estabelecia que a lei era igual para todos; acabava com os privilégios do Clero e da Nobreza; e instituía a divisão de poderes (legislativo, executivo e judicial).

   Estava, assim, instaurada em Portugal a Monarquia Liberal ou Constitucional

Quais as diferenças entre uma Monarquia Absoluta e uma Monarquia Constitucional?



 

A Revolução Liberal De 1820

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   Em 1820 foi organizada, no Porto, uma revolução que pôs fim ao Absolutismo e instaurou um um novo regime político - a Monarquia Constitucional. 


A Revolução Liberal, no Porto
QUE RAZÕES LEVARAM À REVOLUÇÃO LIBERAL DE 1820?


    Depois das Invasões Francesas, Portugal ficou numa situação económica e política muito difícil.
    A população estava descontente porque:



  • a agricultura, o comércio e a industria estavam arruinados, ou seja , o país atravessava uma grave crise económica. 
  • a família real continuava no Brasil.
  • O governo do país era controlado pelos ingleses que dominavam também os grandes negócios, prejudicando os comerciantes portugueses. 
  • a população vivia sobrecarregada de impostos. 
   Devido a este ambiente de crise, muitos portugueses sentiram-se atraídos pelas ideias de liberdade e de igualdade que os soldados franceses foram divulgando durante as invasões. 

   Assim, o descontentamento da população, a ausência do rei e as ideias liberais trazidas pelos soldados franceses levaram a que um grupo de portugueses preparasse uma revolução. 

   Em 1818, formou-se, no Porto, uma associação secreta - o Sinédrio.Esta associação, dirigida por Manuel Fernandes Tomás, tinha como objectivo preparar uma revolução.
   
  No dia 24 de Agosto de 1820 iniciou-se , no Porto, a Revolução Liberal.
  Nos dias seguintes a revolta estendeu-se a Lisboa e ao resto do país. A população aderiu à Revolução apoiando os Revolucionários. 

 
 
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